O direito de ser, sendo diferente, na escola

  • Maria Teresa Eglér Mantoan
Palavras-chave: EDUCAÇÃO, ESTUDANTE, INTEGRAÇÃO SOCIAL, DIREITO À EDUCAÇÃO, DEFICIÊNCIA FÍSICA, DEFICIÊNCIA MENTAL, EDUCAÇÃO ESPECIAL, DIREITO À IGUALDADE

Resumo

Alega que a proposta de incluir todos os alunos em uma única modalidade educacional, o ensino regular, tem-se chocado com uma cultura assistencialista/terapêutica da educação especial e com o conservadorismo de nossas políticas públicas na área. Enfoca a perspectiva de inclusão social nos âmbitos jurídico e educacional. Afirma que, se do ponto de vista legal há de se conciliar os impasses entre a Constituição de 1988 ¿ que não permite a diferenciação pela deficiência ¿ e as leis infraconstitucionais referentes à educação, do ponto de vista educacional, é urgente estimular mudanças, buscar e divulgar novas práticas pedagógicas e experiências de sucesso nas nossas escolas. Para a criação da escola inclusiva, aduz ser premente a redefinição da educação, a qual se deve voltar à cidadania global, plena, livre de preconceitos e disposta a reconhecer as diferenças entre as pessoas. Além disso, entende que a educação especial, apesar de importante, não constitui um nível de ensino, devendo ater-se aos limites de suas atribuições e complementar o processo de escolarização de alunos com deficiência regularmente matriculados em escolas comuns.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Biografia do Autor

Maria Teresa Eglér Mantoan

Maria Teresa Eglér Mantoan é professora da Faculdade de Educação da Universidade Estadual de Campinas – Unicamp/SP.

Publicado
2004-09-02
Como Citar
Mantoan, M. T. E. (2004). O direito de ser, sendo diferente, na escola. Revista CEJ, 8(26), 36-44. Recuperado de //revistacej.cjf.jus.br/cej/index.php/revcej/article/view/622
Seção
Artigos